Brasília, 13 de Março de 2010


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O fim de semana de Dilma será longo.

Segunda-feira,sairá uma nova pesquisa do Ibope para presidente, que medirá também a aprovação do governo Lula e a popularidade do presidente Lula Até mesmo em meios da oposição já se tem como certo que a pré-candidata empatará na intenção de votos com José Serra (Foto Veja On Line).

Se confirmada a tendência, essa será a última pesqusa que refletirá um quadro eleitoral ainda com uma só candidato, uma vez que Serra somente sedeclarará candidato após 3 de abril, quando deixaram o governo de São Paulo.O impacto desse fato só será medido nas pesquisas do final de abril.

Outro aspecto a considerar é que o presidente Lula viajará ainda várias vezes ao exterior,como nesta próxima semana a Israel e Palestina.Cada viagem dessas o reterá uma semana fora do País.

Dilma se ressente da presença dele,pois ainda mão evidenciou condições de naturalidade e capacidade de
empolgação quando vai sozinha aos eventos da pré-campanha.As viagens ao exterior de Lula prejudicarão Dilma, uma vez que esta não conseguiu fixar uma imagem própria.

Duas expectativas finais ante a pesquisa prometida para segunda-feira:

Taxa de rejeição - Dilma vem caindo, e passou de 41% para 36% nas últimas pesquisas. Se a queda se mantiver estará configurada uma candidata competitiva, não movida somente a Lula.

Votos no Sul e Sudeste - regiões criticas para a candidatura do PT, se a intenção de votos na candidata melhorar, poderá começar a cogitar seriamente em vitória eleitoral.

 

 


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Uma bancada de arrepiar.
13/03/10


Quando o projeto do pré-sal, aprovado na Câmara subir ao Senado, encontrará uma bancada fluminense pouco representativa,atônita e desorganizada.

Pobre governador Sérgio Cabral e das finanças do Ro de Janeiro, que terão de se valer de um trio de senadores de baixíssima assiduidade.

Eles expressam o atual nível da política naquele Estado, que a se ressente da invasão cultural da Baixada Fluminense que impuseram uma metodologia estranhos aos antes refinados métodos cariocas de fazerem política,sempre pautados por alta representatividade nacional.

Hoje, os interesses são pessoais,e o nível caiu muito.

Como os três senadores Francisco Dornelles(PP),Marcelo Crivella(PRB) e Paulo Duque (PMDB, e na foto do Radar On Line), poderão, do alto de suas ausências,irão conduzir uma negociação delicada com as bancadas dos demais estados, em ambiente tenso e emocional, para tentar repor a antiga base de repartição dos royalties?

Na Câmara dos Deputados a bancada fluminense também mostra falência de coesão.Um parlamentar votou contra o interesses do Estado na emenda Ibsen Pinheiro.Embora numerosa, e contando com deputados influentes como Eduardo Cunha,do PMDB e Fernando Gabeira do PV, a bancada não conseguiu deter a onda avassaladora dos parlamentares dos demais estados.

Desenha-se o pior cenário para o Rio de Janeiro.O Senado tende a ratificar a Câmara.O presidente Lula, em ano eleitoral não se posicionará contra 25 estados e o Distrito Federal para vetar a emenda aprovada.

O acordo será imoprovável, pois feito na bacia das almas. Ou na bacia do petróleo.

O que Lula disse ao PMDB.

Disse exatamente o que vem dizendo há anos: que vai providenciar tudo; atender aos pleitos (cargos, cargos, cargos); que vai propor a Dilma escolher Michel Temer como presidente.

Mas, quando pessoal do partido vai embora, Lula relaxa no atendimento. Ganha tempo.Empurra com a barriga como faz com tudo aquilo que lhe dá ao olfato a sensação de gasolina vazando. E continua namorando a solução Henrique Meirelles, odiado pelos caciques do partido,para vice da Dilma.

O PMDB lhe pediu manter os cargos ministeriais com seus indicados.Lula quer promover os secretários-executivos dos ministérios, todos técnicos,circunspectos, não-filiados a partidos.Essa regra vale até para os
arqui-aliados como Hélio Costa,que anda furioso.Divergências sérias à vista.

A corda um dia rebentará.No lado mais fraco.Qual é o lado mais fraco ?

Ciro coloca Dilma na condicional.

O deputado Ciro Gomes posa como co-candidato do governo para enfrentar José Serra e com essa postura atrapalhando a fixação do nome da ministra Dilma como preferida de Lula. Este, ao mesmo tempo,não colabora, afirmando  com fez ontem no Paraná: que Dilma ainda é uma possível candidata. Tudo no
condicional.

Tudo,bem que essa confusão exista na cúpula da coligação PT-PMDB- PSB, etc.Mas já era tempo de ter acabado na cabeça do eleitor lulista, que deve saber exatamente quem é o candidato, com todas as letras e não dissimulações.

Até Dunga já ultrapassou o tempo dos testes.

Frase do dia

"Serra já me disse que é candidato. Fico espantado como esse País está ficando pervertido em seus costumes. O que o Serra está fazendo é, basicamente, o que uma pessoa direita deve
fazer... Ninguém questiona a delinquência eleitoral dos outros partidos, né? Ele guarda os prazos, quer fazer a pré-campanha e depois a campanha dele".

(Do senador Arthuir Virgílio em entrevista ao Magazine Terra).

 


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A insustentável leveza do PIB.
12/03/10


Pelos indicadores do PIB – crescimento zero – não se pode argumentar que as dificuldades já passaram, como o presidente Lula vem tonitroando na pré-campanha eleitoral de Dilma Rousseff.

Nada a comemorar. O PIB,soma de todos os bens e serviços produzidos  pelo Pais -  caiu 0,2% em 2009, para R$ 3,143 trilhões .

Este é o primeiro resultado negativo desde 1992, quando a variação foi de -0,5%. No quarto trimestre, porém, a economia expandiu-se 2% em relação aos três meses imediatamente anteriores, segundo informações divulgadas ontem pelo IBGE.

Lula poderá argumentar que essa queda sobreveio por causa da crise internacional. Repetirá o bordão de que o Brasil foi o último a entrar nela e o primeiro a sair.

Entretanto se olhar para trás,para os últimos 1O anos - 7 dos quais cobertos pelo governo Lula – verá que a chamada estabilidade econômica foi errática, para não dizer, tortuosa. 

Foi na verdade um curso de oscilação que não condiz com o conceito de estabilidade,muito menos com o conceito de sustentabilidade.

Temos aí configurado um belo calcanhar de Aquiles a ser explorado pela oposição a Lula e Dilma na campanha eleitoral. O governador José Serra é economista, e se for mesmo candidato terá a oportunidade, com sua formação cepaliana (da CEPAL,Chile),para oferecer questionamento à tal da estabilidade que não é estável nem sustentável.

Mesmo que cresça 6% em 2O1O – como se prevê, ate na oposição – não deixará de ser oscilante por natureza,portanto,não previsível. A previsibilidade é um dos fundamentos da estabilidade.

A não que seja uma estabilidade apenas para fazer engordar banqueiros e empreiteiros. Ou para o ministro Guido Mantega (foto Google) fazer gestos representando coisa pior.

De sobas e vestais do PMDB.

Ontem,os sobas do PMDB nacional foram visitar Lula. Publicamente, na agenda oficial constou que a audiência-almoço havia sido solicitada para receber o senador José Sarney. Disfarce puro, pois o deputado Michel Temer também lá estava, e igualmente o senador Romero Jucá.

O que queriam ? Que Lula, ao nomear os novos ministros em ligar dos que deixarão seus cargos em 31 de março para concorrerem às eleições, preserve os ministérios do PMDB, permitindo que eles indiquem os substitutos.

Como se sabe, Lula está tendente a nomear os atuais  secretários-executivos para os cargos de ministro.

Está estampada na face a intenção do PMDB:conservar o mando, sobretudo sobre o Ministério de Minas e Energia,no qual giram os principais interesses do partido.José Sarney e Jader Barbalho são os principais interessados.

O Ministério das Comunicações não é menos atraente, pois possui os Correios,cuja atual diretoria foi inteiramente loteada entre as vestais do PMDB.

Outra pasta significativa para o PMDB ativa é o Ministério da Agricultura, cujo ministro Reinold Stephanes é uma indicação pessoal do deputado Michel Temer.

Há ainda o não menos potente Ministério da Integração, onde os contratos para a mega-obra da revitalização do Rio São Francisco faíscam nos corações e mentes do PMDB.

Vai querer perder tudo isso? Claro que não. O estranhável é que Lula se digne a promover essa discussão em seu próprio gabinete, diante da bandeira e dos símbolos resultados. Essa é uma conversa para se manter no lusco-fusco de uma noite vadia.

Dilma,assalariada do PT...

Dever-se-ía cogitar imediatamente na aprovação de um projeto de pelo Congresso Nacional instituindo subsidio do Estado a todos os candidatos a presidente,de todos os partidos e coligações,para o período imediatamente após seu desligamento dos cargos que ocupam,e ate às eleições.

Com isto,a ministra Dilma Rousseff não correria o risco político e moral de se prestar a ser uma assalariada do PT durante a campanha eleitoral,porque segundo ela.” não vivo de brisa”.

Pior do que viver de brisa é viver da tesouraria do PT, essa mesma tesouraria envolvida com o Bancoob.

...e já  chama Lula de “ você”

Em sua passagem ontem por Araçatuba, a ministra da Casa Civil  deu mostras de que quebrou a cadeia de formalismo que condicionava seu relacionamento em público com o presidente Lula. Agora, trata-o simplesmente por Lula.

- "Não é de graça que hoje somos reconhecidos internacionalmente. Eu sou completamente favorável ao que o Lula, mais do que disse, o que é mais importante, fez. Eu sou a favor do que o Lula fez porque deu para nós orgulho de sermos brasileiros", afirmou.

Frase do dia:

-“ É preciso resgatar o Aldo Rebelo dos ruralistas.”

(De Dilma Rousseff para a cúpula do Greenpeace, em certo momento da conversa que tiveram anteontem, segundo  Lauro Jardim, do Radar On Line, da Veja On Line).

Enquete

Resultado da semana:

Lula deve atender a Berlusconi e extraditar Battisti?

Não: 55%

Sim: 45%

Enquete de hoje e da semana:

Arruda merece permanecer preso por tempo indeterminado ?

 


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"Custo Brasilia" desaba.
11/03/10


Uma excelente notícia para os moradores de Brasília e os que a visitam ou têm negócios na Capital:o “Custo Brasília”desabou. 

Era aquele plus sobretexado somente pelo privilégio de se morar, consumir. frequentar um restaurante ou adquirir algum bem na capital – sobretudo imobiliários. 

Era o custo cobrado pela sanha de gasto e exibicionismo, provocado pelo propinoduto, que girava uma economia paralela absurdamente incomensurável de dinheiro vivo, sem controle, provenientes das usinas das comissões cobradas e do sobrepreço das obras.   

Com esse desvario de corrupção, fortunas se fazendo da noite para o dia na entourage do governador José Roberto Arruda, torna-se fácil adivinhar de onde vinha esse caudal de poupança que determinou a venda em poucos dias de todas as coberturas do recém-lançado bairro do Noroeste - o mais luxuoso de Brasília,com metro quadrado construído acima do da Avenida Vieira Souto no Rio. 

Com o encarceramento do governador José Roberto Arruda(foto Google) e o desbaratamento do "empresariado" local que se cevava da farra de benesses do governo para formar o propinduto, Brasilia já dá sinais de voltar á normalidade - sem o imposto da corrupção que era o absurdo preço dos bens,serviços e produtos da Capital.

O psiquiatra mandou, Arruda desobedeceu. 

O governador José Roberto Arruda há um ano, aproximadamente, deixou de tomar as doses diárias de um potente medicamento receitado por seu psiquiatra de Brasília, que conheceu quando renunciou ao cargo de senador e caiu em severa depressão. O medico foi responsável por um exitoso tratamento que culminou com o levantamento do moral do paciente,e sua eleição para o governo.  

O medicamento é o Zoolof, ministradi por via oral,e que combate os sintomas de bipolaridade  e depressão.   

Por favor, previnam o governador Arruda que o psiquiatra dele está uma fera.O doutor está até precisando de psicotrópico. 

Indignação conservadora com Lula. 

À medida em que avança o calendário eleitoral, ou pré-eleitoral, o presidente vai se aproximando do Lula que sempre foi, e que a maquiagem da Carta aos Brasíleiros os recursos de marketing do publicitário Duda Mendonça modificaram. 

Esse de hioje é o Lula de antes,que reaparece em manifestações públicas junto a Dilma Rousseff,.e que desagrada, pelo estilo roto e popularesco, os ouvidos da sociedade conservadora, e mesmo dos progressistas de bom gosto. 

Além do léxico nivelado por baixo Lula se permite a bravatas como a de afirmar que só recebeu a secretária Hillary  Clinton porque o chanceler Celso Amorim lhe pediu. Ora, secretário de Estado nos Estados Unidos tem o nível de um primeiro-ministro consentido, tem avião próprio que a serve, e a representatividade de um número 1 entre os ministros dos EUA.

É que o presidente vive intensamente sua fase “cubana”o que lhe dá o prazer, além de degustar mojitos no La Bodeguita, perde o respeito dos - conservadores – europeus, pois o jornal El Pais, de Madri, o melhor da Europa – conservadora - acaba de retirar o titulo de estadista com que o havia homenageado.  

Em sequência, e num crescendo, o palavreado de Lula, que só se ouve nos botequins, fere os ouvidos daqueles que guardam a impressão de que um presidente é o primeiro magistrado da nação e deve sempre dar o exemplo de um comportamento medianamente altivo e inatacável.

Afinal,esses (maioria silenciosa?) também votam.

Frase do dia:

"Tem gente aí que está inaugurando até maquete de obra".

 (Do presidente Lula, em São Paulo, referindo-se ao governador José Serra, segundo o Terra).

 

 


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Saída de ministros será em 31 de março
10/03/10


O presidente Lula determinará a seus ministros com planos de deixar o governo para disputar cargos eletivos, que o façam não mais no dia 3 de abril - prazo limite –mas no dia 31 de março,uma quarta-feira,e que seus substitutos sejam empossados naquele  mesmo dia. Não haverá dificuldade, uma vez que serão os atuais secretários-executivos. 

Anuncia-se que Henrique Meirelles é o primeiro a confirmar quer sairá no dia 31 (foto Google).

A intenção de Lula é clara: não permitir que a transição administrativa avance sobre os primeiros dias de abril, o que, para ele, perturbaria a marcha dos projetos e obras. 

Com todos os ministros se desincompatibizando a 31 de março, e no mesmo dia havendo a transmissão do cargo, acredita Lula possa iniciar os últimos nove meses de seu governo com a máxima mobilização de energias, com equipe nova, e aproveitando todo o tempo disponível. 

Para materializar sua decisão,Lula cogita baixar um ato, que será também um recado para o público interno,de que a saída de ministros não importará no relaxamento  do ritmo do governo nem de programas como o PAC. 

Os últimos meses de um mandato presidencial são geralmente melancólicos, mas Lula quer quebrar esse paradigma,que foi uma constante nos governo FHC e Sarney. 

O esvaziamento é total. 

O atual contexto das relações entre o governo e a oposição é precário  mas o entendimento da precariedade decorre mais do estilo discursivo do bloco oposicionista,que pretende manter o aparato de guerrilha oratória e com ela ganhar suas demandas.  

O problema é que Lula instituiu um roteiro diverso de prática política e método do governo, e nos seus cálculos,sai-se bem.Vale-se da enorme apatia da população brasileira a tudo que signifique política,partidos e poder.

Pouco se lhe dá se existe corrupção ou não.Nessa matéria, desde Adhemar de Barros existe uma doutrina admitida consensualmente como tolerável.Paulo Maluf passa hoje pelas ruas de São Paulo,após algumas prisões,e é aplaudido. Esse é o povo. 

Lula não é sociólogo,antropólogo,ou cientista político,mas procede melhor que eles, na diagramação psicosocial..É um pragmático que sabe utilizar melhor do que eles as leituras da alma  do brasileiro.Adiantou-se a seus clamores e ofereceu uma distribuição de renda via orçamento público para que todos participassem da festa. E esquecessem o Congresso como mentor. 

Estabelecida a democracia direta – Lula e o povo, face a face - para que Congresso?

A intermediação parlamentar perdeu força. O esvaziamento é total. Os instrumentos da fiscalização e denúncia se estiolaram.Não há vontade política para se ir aquém do circulo traçado pela conveniência. As CPIs não mais existem como plataformas de ação.Tudo se confinou ao interesse pessoal do parlamentar. Só se move por interesse confirmado.

 


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Os idos de março de Serra.
09/03/10


O goverrnador José Serra (foto Google) ,ao que se conhece dele, não tem vocação para bonzo, o suicida vietnamita.

Algo passa por sua cabeça, um estratégia impercebida de todos,para não aceitar os clamores de seus pares para apresentar sua candidatura a presidente nesses idos de março.

Serra há de estar calculando as condições de tempo e terreno para refugar por enquanto uma concorrência parelha com Dilma Rousseff, e aguardar um momento mais à frente.

 O ano atípico de 2O1O, com Copa do Mundo, e início efetivo da campanha apenas em 1 de agosto -- com a propaganda eleitoral na TV e rádio - o estariam conduzindo a esse raciocínio.

Já houve antes a mesma experiência de ano eleitoral junto com Copa do Mundo.E o resutado foi o que se viu: uma estreita faixa de manobra para os candidatos em campanha,que somente se apresentaram para valer em campo após terminada a Copa.

Até lá - pode ser o raciocínio de Serra - a oponente Dima atingirá o máximo de sua exibição pública, com o teto alcançado de intenções de votos, uma vez que se valerá da companhia do presidente Lula,pedindo votos.

Entretanto - seria a esperança de Serra - haverá sempre fatores imutáveis, que não se abalarão mesmo com a torrente da presença de Lula.Por exemplo, os votos do Sul e Sudeste, que não são favas contadas para Diilma.O Nordeste irá todo para ela, graças à mitologia que Lula consegue ter na região.

Mas é verdade que a eleição se decidirá nos colégios eleitiorais de São Paulo e Minas, onde as chances de ambos são iguais,

Lá com os seus botões,Serra há de estar considerando que a partir da apresentação fornmal de sua candidatura conseguuirá compensar os tempos de silêncio.

Quando começar a campanha efetiva - a eletrônica e os debates de TV, depois da Copa - prevalecerão seu maior conhecimento nacional, com o recall  de uma campanha anterior para presidente e a solidez de ser governador de São Paulo. Contará também, é claro, com os votos de Aécio Neves em Minas.

Um livro, um Rubicão, uma Minas.

A Editora Batel e o jornalista e escritor Ramiro Batista lançam amanhã,1O,o livro "O Dossiê Rubicão – Quando a Morte assume o Poder",25 anos depois da morte de seu principal personagem,Tancredo Neves, Será no Foyer do Palácio das Artes, em Belo Horizonte,das 19h30 às 24 horas.

Po quê o Rubicão? Ramiro respnde: em março de 1985, o mineiro Tancredo Neves tinha atravessado o seu Rubicão, depois de conduzir o país na delicada transição do regime militar para o civil, mas a morte o aguardava na outra margem. O enredo de suas artimanhas para superar ameaças de golpe, boicotes, traições e chantagens para chegar à posse que não houve, típico da melhor literatura, merecia um romance como este, que entrelaça personagens reais e fictícios diante de situações limite, na trama de um dos momentos mais dramáticos de nossa história recente.

No mesmo dia, entra no ar o site www.odossierubicao.com.br, com linha do tempo e recursos de pesquisa para mais informações sobre os fatos, pessoas e ideias citados. São mais de 200 referências históricas de um dos períodos mais marcantes da história brasileira.

Frase do dia:

"Quem não faz campanha, evidentemente paga um preço por isso. Até o momento, a candidatura Dilma [Rousseff] é a única"

(Do presidente do PSDB paulista, deputado Antonio Mendes Thame, avaliando  que a queda do governador José Serra (PSDB) nas pesquisas de intenção de votos para eleição presidencial é resultado de sua opção por dar preferência ao governo de São Paulo neste início de ano, segundio a Folha On line).


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