MATERIA NACIONAIS (36)

OK, LULA, VOCÊ VENCEU; O PAÍS PAROU

Nos anos 9O, depois de passar alguns anos vampirizando o embaixador Roberto de Oliveira Campos, e ter pespegado nele o apelido Bob Fields que o glorificou, um tradicional jornal paulistano reuniu seu conselho editorial para chegar à seguinte conclusão: não adianta bater nele, é mais inteligente, preparado e sarcástico que todos nós juntos.

Ato contínuo o jornalão mandou editar um caderno especial sobre  a vida do gênio mato-grossense sob o seguinte título:'OK, BOB FIELDS, VOCÊ VENCEU".

O titulo vem agora à memória como referência desses dias atuais no Brasil. Nada se faz, nada se programa, nada se propõe. Inércia, anestesiamento  desinteresse por tudo que se move, se arrasta ou voa. Todos aguardam o da 24 de janeiro, com a ordem de proa Porto Alegre.

Podemos dizer hoje:  OK Lula, você venceu; o País parou.

 

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RUÍDOS COM MAIA CHEGAM A NÍVEL INTOLERÁVEL PARA GOVERNO

As reiteradas manifestações do deputado Rodrigo Maia, sempre em discordância com o pensamento do governo na questão da votação da Reforma da Previdência, têm para o governo sinais não de um simples desalinhamento, mas de aberta hostilidade aberta.

Hoje, por exemplo, o presidente da Câmara deu como praticamente perdida a causa da reforma, ao se pronunciar nos Estados Unidos no sentido de que, não sendo votada em fevereiro, não o será mais. Pelo menos, ele não colocará em pauta.

Quase no mesmo instante, o ministro Carlos Marun afirmava no Palácio do Planalto que a pauta permanece a mesma: votação da reforma em 19 de fevereiro. Uma brutal desalinhamento.

O governo nada pode fazer: Maia é doNo da pauta da Câmara. E é candidato a presidente da República cada vez mais apoiado por um leque de partidos do centrão. Só que não tem votos fora da Câmara.

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TEMER BUSCA CANDIDATO QUE POSSA CONTINUAR SEU LEGADO

Embora publicamente alinhados como nas imagens deste domingo em que caminharam juntos até o Palácio da Alvorada, o presidente Michel Temer e o ministro Henrique Meirelles estão mais afastados em matéria de objetivos na eleição presidencial do que nunca estiveram.

A disputa aberta do ministro com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, pela posse do centro, foi não somente lamentada nos sítios palacianos mas reprovada como coisa de amadores apressados.  

O presidente está certo de que o candidato que tiver o seu apoio, e se dispuser a continuar o seu legado reformista, terá fortes chances de ir ao segundo turno, seja qual for o cenário pós-dia 24 de janeiro em Porto Alegre..

Aposta que a recuperação da economia até a época da campanha eleitoral será tão evidente que favorecerá a recuperação da popularidade do presidente em nível de no minimo 20%, no  inicio do calendário eleitoral.

Uma coisa é certa: esse candidato não é conhecido hoje.Não será nem Meirelles nem Rodrigo.Quem será? Geraldo Alckmin, por sua vez, patina. Cartas ao Palácio do Planalto.

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MEIRELLES TEVE REBAIXADA SUA NOTA COMO CANDIDATO A PRESIDENTE

Debite-se ao ministro Henrique Meirelles, na qualidade da economia brasileiras, de ter criado o mito de que a não-aprovação da Reforma da Previdência pelo  Congresso seria o fundo do poço para o Brasil e levaria ao rebaixamento da nota de investimento.

Enquanto isso acontecia, o presidente Michel Temer desenvolvia uma linguagem branda e negocial, sempre em tom de diálogo Meirelles, aparecia sempre no Congresso como um trator, alarmando todo mundo,As 

As agências - primeiro, a Standard & Poor´s - tomaram o aviso de Meirelles como uma senha para o rebaixamento da nota. Afinal, a equipe econômica passou aos parlamentares da base uma imagem de "causa finita" sem a refiorma, que todas as instituições se desgovernaria e Brasil mergulharia no caos.

Já passamos por momentos piores em nossas estruturas econômicas, como a inflação de Sarney de  8O% ao mês.  Mas logo a seguir sobreveio o Plano Real e tido se estabilizou.

Meirelles não poderia ter emitido um discurso catastrófico, monótono e monolítico, mas demonstrado que dispunha de outros instrumentos para salvar a economia.

Deu a senha, e com isto também rebaixada sua nota como candidato a presidente.

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FAMÍLIA JEFFERSON DESCONFIADA DE QUE QUEREM BARRAR CRISTIANE

No clã Roberto Jefferson grassa enorme desconfiança de que ministros que assessoraM o presidente Michel Temer querem na verdade livrar-se da indicação da deputada federal Cristiane Brasil.

O sentimento do clã é o seguinte: não foi ela, Cristiane, quem se ofereceu como ministra, e nem foi o ex-deputado federal e presidente nacional do PTB quem levoU o nome dela, e sim, de mais duas opções para o recusado deputado federal Pedre Fernandes. 

Acha o clã que, devido a essas circunstâncias, o Palácio do Planalto está preso aos compromissos políticos com o PTB e não poderá fazer nada para alterar essa regra. E nem torcer para que a Justiça barre Cristiane.

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LEI DE MURPHY EXPLICA BEM EPISÓDIO CRISTIANE BRASIL.

Uma avaliação política que se faz em torno do "imbroglio" da posse da deputada Cristiane Brasil no Ministério do Trabalho é que está sendo um fator novo e inesperado para dificultar os planos do governo Temer para aprovar a Reforma da Previdência no dia 19 de fevereiro. 

O mais lamentável é que um mero episódio de substituição de ministro de pasta considerada secundária foi capaz de gerar todo o desgaste interno, pelas proporções inesperadas que o fato tomou. Fugiu ao controle.

O presidente Temer viu-se envolvido em um acontecimento politicamente oneroso para o governo porque quis prestigiar o presidente de um dos partidos da base, que vota lealmente com ele, mas sem se dar conta de que o próprio pai não sabia de nada sobre a folha corrida da filha na Justiça.

No caso, a filha falhou com o pai, por não tê-lo informado antes da conversa com o presidente Temer, na qual surgiu o convite.

Se Jefferson soubesse, teria dito a Temer, que teve a iniciativa: "Obrigado, presidente, prefiro indicar um outro nome da da bancada do PTB na Câmara".

Isto, para preservar Cristiane Brasil da indesejável exposição na imprensa, que todos os dias publica uma nova aleivosia debitada a ela, e também preservar Temer da embrulhada em que se meteu, o que o levou a confrontar-se mais uma vez com o Judiciário, tudo o que não queria agora.

Esse caso deve ser explicado pela Lei de Murphy. Diz que se algo pode dar errado, dará.

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PALÁCIO DÁ COMO SUPERADA QUESTÃO MÉDICA DE TEMER

O Palácio do Planalto considera superada a possibilidade de agravamento do estado de saúde do presidente Michel Temer a ponto de suspender as próximas viagens presidenciais de longa duração e os compromissos internos de sua agenda de contatos políticos e administrativos. Isto está fora de cogitação, os médicos o liberaram, e o estado de saúde é página virada. 

Por enquanto, segundo importante fonte palaciana, o que tem havido é precaução para livrá-lo de longas audiências e reuniões cansativas. Ele tem cumprido apenas a metade do  expediente no Palácio do Planalto.

Para tanto, foi instalado um escritório de despacho no Palácio do Jaburu, dotado de todos os serviços de apoio de que dispõe no Planalto para que o presidente possa seguir sua rotina em casa.

Temer passa longo tempo ao telefone em contatos e articulações durante a tarde a a noite no Jaburu.

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TEMER PRECIPITA BUSCA DE UM CANDIDATO INCERTO

O governador Geraldo Alckmin recebeu o desafio do PSDB de se viabilizar como candidato a presidente na forma da conquista de um patamar de 20% nas pesquisas, ele que patina hoje entre apenas 5 a 7%. Abril, o prazo.

O repto veio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que na semana abriu a janela para a alternativa de sua legenda apoiar candidato de outro partido caso comungue da mesma cartilha tucana. Alckmin com isto fica duplamente desafiado. 

Para o presidente Michel Temer, que busca um perfil de centro para ancorar seu governo no pleito de outubro, foi uma dificuldade a mais a se somar ao cipoal de desafios que o cerca. Sem Alckmin, fica restrito a apoiar Henrique Meirelles e Rodrigo Maia, ambas as candidaturas de musculatura incerta.

Ainda que o governador paulista reunisse possibilidades reais, a pintura do quadro depende do resultado do julgamento do ex-presidente Lula no dia 24. Antes disso, qualquer movimento se anula diante da expectativa de um fato novo que o final de janeiro vai trazer.

O governo perde mais que todos os atores de 2018 porque o tempo urge. Tem que aprovar a reforma em fevereiro ou nada mais deve almejar se houver derrota. Neste caso perde a base que ainda controla no Congresso para aprovar qualquer outra reforma ou PEC e mesmo as MPs que aguardam na fila. 

Um janeiro desafiador para Temer. 

 

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ALCKMIN, MEIRELES E MAIA: OPÇÕES DO PALÁCIO DO PLANALTO

O ano nem bem começa e já depara uma importante tomada de posição cm vistas à eleição presidencial de 5 de outubro: as opções do Palácio do Planalto em termos de apoiar uma candidatura são: Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (PSD) e Rodrigo Maia (DEM), pela ordem.

Por Palácio do Planalto leia-se: apoio do PMDB, que tem o maior tempo de TV para dar a seu candidato, próprio ou não. E mas um dote: tem para lhe dar a  maior cita de recursos do Fundo de Financiamento Eleitoral para uma campanha presidencial.

O ministro Carlos Marun já deixou claro que Alckmin reúne hoje as preferências palacianas para liderar a corrida. Evidentemente, sera testado em sua  aceitação pelo eleitorado nacional através de pesquisas qualitativas que serão mandadas fazer.

Se  governador de São Paulo não emplacar a fila andara e o segundo testado será o ministro Henrique Meiirelles. Caso não decole, virá Rodrigo Maia.

A sério, mesmo, este cenário só terá contornos de um início de fato da temporada de escolha do candidato governista ao Palácio do Planalto após 24 de janeiro, data do julgamento de Lula pelo TRF de Porto Alegre..

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