SEGURANÇA SERÁ GRANDE ELEITOR, NÃO ECONOMIA

O Brasil esta apavorado com a falta de segurança. Uma pacata cidade do interior do Nordeste, do Rio Grande do Sul ou de Mato Grosso ouve  em suas tardes tranquilas o espoucar de granadas ou de explosivos detonando as agências bancárias. As fugas de bandidos repetem o pior da turma do dólar furado, com cerrados tiroteios, quando não reféns atados nos carros.  Os comandos não se fazem de rogados e de dentro das penitenciárias comandam o tráfico. Para drogas e armas, as favelas são cidadelas inexpugnáveis e os aeroportos, veias abertas.

Sobem as taxa de criminalidade no país, e o governo, perplexo, parece contemplar, de Brasília, algo que já não mais administra. O crime exalta, a violência exulta. 

A eleição presidencial de 2018, diante desse quadro lamentável, que ocupa grande parte dos telejornais diários, em meio ao zunido das balas, encaminha-se para levar ao Palácio do Planalto um xerife vingador, mais que um economista salvador.

Não por acaso, o pré-candidato Jair Bolsonaro afirmou em São Paulo que não entende de economia e não gosta de economia. Será o xerife do Brasil? Pode ser outro xerife, até mesmo um desamado, mas que resolva. 

Última modificação emQuinta, 08 Fevereiro 2018 19:55
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