Itens filtrados por data: Novembro 2017

TERMINADOS EM 8 FORAM MARCAS FORTES NO DESTINO DO PAÍS

Basta citar a primeira conquista da Copa do Mundo pela seleção brasileira em 1958, na Suécia, 6O anos atrás. Os anos terminados em 8 carregam forte apelo de agentes históricos de mudanças no País. 

Aquele evento simbolizou a retomada da euforia, da possibilidade e da autoestima. Tudo passou a ser possível,  até mesmo construir Brasilia em 3 apenas anosa e meio.

No entanto, é preciso muito cuidado com os números cabalísticos. O 8 também evoca um dos mais tenebrosos períodos da história recente do País, a edição do AI-5 em 13 de dezembro de 1968 pela Junta Militar que havia sucedido o presidente Costa e Silva.

O resultado favorável será obtido pela união e vontade da sociedade para mudar. Nossa seleção de 58 mudou o estilo de jogar enfadonho e arrebatou a  Taça Jules Rimet. Os adversários desta vez serão a corrupção que teima permanecer, os privilégios de salários nos Três Poderes,  a impunidade,  o desemprego, a violência urbana e rural, a miséria e o desalento.

Venceremos? Temos que mudar nosso estilo de jogar e votar.

 

 

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OS 5 NOMES DO BRASIL: SERGIO MORO

Ele dividiu o País em duas correntes de opinião mas instituiu uma referência: a Justiça antes e depois de Sergio Moro. Até então, reinavam as reinaçõles da impunidade absoluta do colarinho branco na terra de Narizinho.

Moro criou um estilo definitivo, reto e equilibrado, para a ação dos juízes de primeira instância no Pais, que não o dos procuradores do Ministério  Público nem o dos delegados da Policia Federal, mas com eles formou um sistema de alta punibilidade na terra outrora dos sem-lei.

Foi imitado na sua postura,  admirado, deu conferências e palestras em todo o País, e no exterior e teve também pontos negativos como algumas reprimendas sofridas do Supremo Tribunal Federal.

Entretanto, consolidou-se na condição de figura pública mais admirada do Brasil em 2017. Apesar de ser o contraponto do maior líder de massas, Lula, tendo restado até aqui inteiramente defensável em seus julgamentos e sentenças.

O futuro próximo, o janeiro próximo, irão confirmar ou não a solidez de sua fama. 

 

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OS 5 NOMES DO BRASIL: RAQUEL DODGE

A procuradora-geral da República mostra que não é a coonestadora-geral da República quando mandou ao Supremo Tribunal Federal um questionamento ao decreto presidencial que concede amplo indulto de Natal.

Raquel Dodge subiu ao primeiro palanque do Ministério Público Federal com a legitimidade de quem foi a escolhida em votação interna por todos os procuradores federais. Teve legitimidade para substituir a buliçosa era Rodrigo Janot.

Para demonstrar que pratica a teoria de que a chefe da Procuradoria-Geral não deve ter preferências pessoais a não ser a obediência às leis vigentes - nem ser uma vara persecutória de quem quer que seja, Dodge, apesar de ter sido homenageada com a presença do presidente Michel Temer em sua posse, mandou suspender um decreto que considera viciado em liberalidades que poderiam atingir a Operação Lava Jato.

Com essa independência, Raquel Dodge se inscreve como uma âncora da Republica, nutrindo a convicção de que no país não é um barco adernado.

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OS 5 NOMES DO BRASIL: DELFIM NETO

87 anos, ativíssimo, bem humorado,  verbo enxuto e irônico, sempre disposto a dar uma sula, um conselho, uma consultoria. Antonio Delfim Netto é um patrimônio nacional de sabedoria.

Reúne em torno dele gente de todas as tendências de economia e política. Ele próprio faz a tendência.

Está hoje para o Brasil como Henry Kissinger está para os Estados Unidos: a caixa de segredos da República.

Ministro pela primeira vez aos 24 anos, no governo Costa e Silva, desde 1967 continua sendo "O Ministro". O aceso é ele é cercado de privilégio para quem dele desfruta.

Afinal, Delfim tem a chave pára abrir o cofre da humildade, categoria que mais falta ao Brasil de hoje.

 

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"O CHEFE DO PODER EXECUTIVO NÃO TEM PODER ILIMITADO DE CONCEDER INDULTO"

(Da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em nota enviada ao STF em que escreveu: "Se o tivesse, aniquilaria as condenações criminais, subordinaria o Poder Judiciário, restabeleceria o arbítrio e extinguiria os mais basilares princípios que constituem a República Constitucional Brasileira”, escreveu Dodge na ação", segundo O Globo) 

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OS 5 NOMES DO BRASIL: JORGE PAULO LEMANN

Ele é o mais rico do Brasil e sua fortuna é calculada por baixo em  R$ 11O bilhões, dados de 2016. Com essa pecúnia, é também um dos 10 mais ricos do mundo na lista da Forbes.

Mas não é por isso que Lemann entra nessa relação de Carta Polis como destaque de 23017. Consta dela como um exemplo de comportamento de  empresário numa sociedade acostumada a ver nos senhores do capital um contribuinte do caixa espúrio dos políticos e dos partidos.

Nunca se leu o seu nome e de suas empresas envolvidos em delações da Lava Jato e  similares. 

Está na lista de 5 porque reúne valores que estão distanciados dos perfis usuais que caracterizam para a sociedade brasileira um em empresário empreendedor que se fez sem os badulaques do governo.

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OS 5 NOMES DO BRASIL: LUIZ ROBERTO BARROSO

Sua palavra é pontiaguda como uma pinça de cirurgião. Clara e medida, sua intervenção oratória é sempre didática, sem ser rebuscada.O  ministro do STF Luiz Roberto Barroso é um dos 5 brasileiros que alcançaram maior destaque em  2017 justamente porque esgrime as palavras como predicados da verdade e da ética, materiais que andam esquecidos.

Numa sociedade com valores esgarçados -  para não dizer o termo mais correto:  abastardados - Barroso se eleva e se torna referência de um Brasil que vai empalidecendo. É sua atuação tem sido uma das últimas emanações de vida inteligente no plenário do Supremo, ultimamente um emaranhado de rugidos raivosos. 

Carioca, 59 anos, rubro-negro apaixonado pelo Flamengo, dado ás leituras humanas fora do Direito na fornida biblioteca de sua casa em ponta do picolé do Lago Sul, de Brasilia, calmo a ponto de não mudar o tom de voz e a serenidade de monsenhor mesmo quando provocado à exaustão pelo colega Gilmar Mendes, Barroso pontua do outro lado do estilo porta de cadeia que recentemente se impôs na mais alta corte.

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OS 5 NOMES DO BRASIL: LUIZ ROBERTO BARROSO

Sua palavra é pontiaguda como uma pinça de cirurgião. Clara e medida, sua intervenção oratória é sempre didática, sem ser rebuscada.O  ministro do STF Luiz Roberto Barroso é um dos 5 brasileiros que alcançaram maior destaque em  2017 justamente porque esgrime as palavras como predicados da verdade e da ética, materiais que andam esquecidos.

Numa sociedade com valores esgarçados -  para não dizer o termo mais correto:  abastardados - Barroso se eleva se se torna referência de um Brasil que vai empalidecendo. É sua atuação tem sido uma das últimas emanações de vida inteligente no plenário do Supremo, ultimamente um emaranhado de rugidos raivosos. 

Carioca, 59 anos, rubro-negro apaixonado pelo Flamengo, dado ás leituras humanas fora do Direito na fornida biblioteca de sua casa em ponta do picolé do Lago Sul, de Brasilia, calmo a ponto de não mudar o tom de voz e a serenidade de monsenhor mesmo quando provocado à exaustão pelo colega Gilmar Mendes, Barroso pontua do outro lado do estilo porta de cadeia que recentemente se impôs na mais alta corte.

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"GILMAR NÃO TEM VERGONHA NA CARA. A MALA FOI GRANDE"

(Do juiz eleitoral Glaucenir Silva de Oliveira, presidente de junta eleitoral no Rio, acusando em conversa telefônica gravada o ministro Gilmar mendes de ter recebido valores opara soltar o ex-governador Garotinho da prisão o, segundo a Folha de S.Paulo, que observa: a autenticidade da conversa não foi comprovada)

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NO PARANÁ, RATINHO JÚNIOR GANHARIA SE FOSSE HOJE

Para governador do Paraná, no primeiro cenário, com Roberto Requião na disputa, Ratinho Junior (29,4%) e Osmar Dias (25%) dividem a liderança. O senador aparece logo atrás, com 21,1% das intenções de voto.

Sem Requião, o cenário permanece apertado: Junior tem 35,2% dos votos, contra 32,7% de Dias.

O único cenário com um resultado mais “folgado” é com Álvaro Dias na disputa. Ele é preferência de 43,5% dos paranaenses. Junior aparece em segundo, com 29,1%.

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PUCCINELLI CONFIRMA QUE SERÁ CANDIDATO EM MATO GROSSO DO SUL

De repente o mistério se desfez em Campo Grande, André Puccinelli, ex-governador, 69 anos,  anunciou que será candidato a governador em 2018 pelo MDB e larga coligação de partidos.

"Oriundi", pois é italiano de nascimento, nascido em Viareggio, o carismático Puccinelli estava desiludido com a política desde que foi levado em condução coercitiva pela Polícia Federal juntamente com um de seus três filhos, advogado.

Aquilo o marcou e o o angustiou, os filhos do maior chefe político incontestável de Mato Grosso do Sul nunca se interessado por política.

Finalmente, na presença da cúpula do partido, pela primeira vez Puccinelli anunciou aos sete ventos que é candidato a governador. 

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EUNÍCIO HOJE NÃO SE REELEGERIA

O presidente do Senado Eunício Oliveira (PMDB) vai ter que suar muito a camisa para manter uma das duas cadeiras do Ceará no ano que vem. É o que mostra uma pesquisa exclusiva do instituto Paraná.

Quem lidera as intenções de voto no estado é Cid Gomes, preferência de 48,2% da população. Em seguida, Capitão Wagner aparece com 41,9%.

Na terceira colocação e, portanto, fora da zona de classificação, Eunício, com 20,9% das intenções de votos. No segundo cenário, a mudança é mínima e as posições se mantém.

Fonte: Radar, Revista Veja

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TEMER MELHORA APROVAÇÃO, MAS AINDA SERÁ UM LONGO CAMINHO

Melhorou, de 3% de aprovação entre ótimo e bom na avaliação de seu governo,  para 6%. Não é nada, mas já é alguma coisa.

O presidente Michel Temer não tem nada a perder e ainda poderá sair como candidato próprio do PMDB à reeleição. O ponto de partida seria a aprovação em 19 de fevereiro, pela Câmara do primeiro turno da Reforma da Previdência.

As condições objetivas para ajudar Temer seriam:

1 - O fato de o PMDB não dispor de nenhum nome para concorrer à Presidência, embora seja o maior partido em filiados nacionais, com maior capilaridade nacional, com diretórios em todos os municípios brasileiros e com o  maior tempo de TV.

2 - O fato de que a tendência sinalizada pelo eleitor brasileiro é a da preferência por um candidato centrista e moderado, distanciado das correntes radicais, hoje identificadas em Lula e Jair Bolsonaro.

3 - O fato de o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, encarnando uma terceira via centrista, não estar emplacando nas pesquisas o que anima s defensores de uma coligação de forças de centro entre o PMDB, PSDB e outros partidos da mesma constelação de apoio ao governo para aprovação da Reforma da Previdência.

4- O fato de que a melhora da economia em 2018 com a volta da capacidade de compra da classe média será o maior eleitor, o que poderá beneficiar  Temer quanto Henrique Meirelles.

5 - O fato de que o extremo desgaste do Supremo Tribunal Federal desviará o  foco das críticas da sociedade do Pode Executivo para o Judiciário.

6 - 0  fato de Temer ser um algodão entre cristais, conciliador, sem protagonismos excessivos, quase se anulando diante do Poder Legislativo a ponto de abrir o debate sobre semipresidencialismo, atrair simpatias que sempre se voltam para apoiar o candidato com menos condições.

O jogo só começa a ser jogado agora.

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SEMPRESIDENCIALISMO É CONVERSA FIADA

Não se deve levar a sério a proposta do ministro Gilmar Mendes para se introduzir um semipresidencialismo no Brasil, via PEC.

Nem o presidente Michel Temer, com 6% de aprovação de seu governo, toparia algo assim, o que importaria em ceder 5O% do poder a um "primeiro-ministro", no caso, o mais cotado, o deputado Rodrigo Maia.

E se topasse, o presidente a ser eleito em outubro de 2018 fulminaria a novidade tão logo assumisse o Palácio do Planalto.

Cada vez que Temer aumentar um ponto em sua aprovação, a ideia maluca de Ginar será esquecida numa solene gaveta palaciana.

 

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SEMI-PRESIDENCIALISMO É PARA FAZER DORMITAR BOVINOS

Quando chamado a opinar sobre os boatos que inundavam a política em Brasilia,  o legendário Zezinho Bonifácio saia-se com essa expressão, parafraseando o dito popular: "Conversa para boi dormir".

- "Isto é prosódia vazia para fazer dormitar bovinos" - dizia o Zezinho.

Está ocorrendo hoje uma dessas, o tal do semi-presidencialismo.

É para bovinos dormitarem até a eleição. Não vai haver cessão poder pelo presidente Temer coisa alguma, nem que esteja esfregando o chão das pesquisas - aliás, não está mais.

O semi-presidencialismo Gilmar Mendes é uma falácia.Se vier a ser aprovado numas PEC no Congresso, o próximo presidente o derrubará comemdo as castanhas do Natal de 2O18, enquanto os serviços do Planalto engomam a faixa.

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"EU VI A MALA"'

(Do ministro Luiz Roberto Barroso, em polemica com o colega Gilmar Mendes, ontem no plenário do STF, segundo o Bom Dia, Brasil)

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ARGENTINA MANDA RECADO AO BRASIL: REFORMA A FERRO E A FOGO

A Argentina aprovou sua reforma da previdência pública debaixo de uma enorme tensão social. 

O presidente argentino Maurício Macri manda um recado ao Brasil: que tenhamos a mesma ousadia para aprovar a nossa reforma.

Não basta ter vontade político-partidária, e que os partidos fechem questão. O parlamentar deve ter convicção de que está tomando parte de um corte na vida do País: assegurar não das próximas eleições, mas das próximas gerações.

No Brasil, não existem ruas pressionando a Câmara. Somente persiste a vontade política esfrangalhada do parlamentar, com pavor das urnas. 

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"NO EXERCÍCIO DO PODER, NÃO SE DEVE COMPRAR NEM VENDER"

Essa frase é atrtibuída ao coronel Mário Andreazza, super-ministro dos Transportes do governo Médici, a quem a lingua ferina da oposição atribuiu ao deixar Brasilia uma fortuna tão grande quanto os mil e tantos s quilômetros da  Rodovia Trasamazônica, sua obra maior.

 

Andreazza na verdade saiu tão pobre quanto um franciscano peregrino de Assis.

 

Sua viúva foi mantida em Brasilia alguns anos recebendo alimentação do restaurante do hotel St. Paul, do empresário Sergio Naya, grande amigo e admirador de Andreazza.

 

Tudo isto vem a propósito da alegada venda de um apartamento do ministro Henrique Meirelles em Ipanema, no Rio, pela bagatela de R$ 18 milhões.

 

Olha a frase do Andreazza, ministro.

 

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SENADO NÃO SABE O QUE FARÁ COM SUA VITÓRIA NO SUPREMO

O Senado não sabe lidar com sua vitória no Supremo.

A decisão do STF de atribuir ao Senado a soberania em ditar ou não o  afastamento de seus pares surpreendeu a própria casa, no sentido de que não esperava receber tanto poder..

No momento, o Senado não sabe, não pode ou não  deve usar a soma de poderes constitucionais que lhe cabem.

Sua presidência é fraca. O senador Eunício Oliveiia não controla as alas da casa, nem mesmo a de seu partido, o PMDB, e contestado abertamente no plenário pelo colega e antecessor  Renan Calheiros.

Mas por incrível possa parecer, foi na visita que Eunício fez à presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, que se ajustou um  pacto de salvação dentre os poderes.

Um fraco com uma frágil entre seus pares, gerando um pacto forte, a política tem dessas coisas.

Por instinto de salvação dos pares da corte suprema, o pacto foi apoiado por 5 ministros e meio, pois Carmen usou o Voto de Minerva, quase não o usando, tímida e temerária.

O Senado, recebendo tal endosso do STF, não está correndo para salvar Aécio Neves, como era de se esperar.

O PT já anuncia que vai retirar o tapete dos pés de Aécio  em vingança a seu voto no impeachment de Dilma Rousseff.

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