Itens filtrados por data: Janeiro 2018

FUTURO MINISTRO DA SEGURANÇA PODE NÃO SER DELEGADO, MAS JURISTA

Chamou a atenção a qualidade dos nomes de juristas convidados pelo Palácio do Planalto para compor a bancada de representantes da sociedade civil na reunião do Conselho da República. São os juristas Carlos Mário da Silva Velloso, Jorge Luiz Macedo Bastose e Francisco  Caputo Neto, o "Kiko". Muitos viram nesses perfis togados uma opção de futuro ministro da Segurança Pública, já que o governo não quer um delegado de polícia mas um nome de respeito nos tribunais superiores.

 
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"AQUI NÃO TEM AMADOR"

(Do ministro Moreira Franco, negando que o presidente Michel Temer tenha decretado a intervenção na segurança do Rio, mirando sua reeleição, segundo a Folha de S.Paulo)

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SAI MARUN, ENTRA MOREIRA, NA NOVA ESTRATÉGIA DO PALÁCIO DO PLANALTO

A era Carlos Marun está em declínio.  Os rompantes, o humor ácido, o bateu-levou que marcou a fase de cata-voto para aprovar a Reforma da Previdência, estão passando.

Com o ocaso da reforma ditado pela intervenção no Rio, inaugura-se nova estratégia política no Palácio do Planalto, que tem como seu arquiteto principal Moreira Franco, ministro da mais absoluta confiança de Michel Temer.

Nunca esquecer que Moreira é originário do curso de Ciência Política da Sorbonne, em Paris, refinado articulador, foi casado com a neta de Getúlio Vargas e hoje é sogro de Rodrigo Maia. Para não deixar de mencionar que foi governador do Rio.

O que pretende Moreira? Inverter a pirâmide da sobrevivência politica de Temer. Sair das cordas para ocupar o centro do ringue, disposto a a combater e ganhar não só o atual "round" mas a luta por inteiro.  Inaugurar nova agenda pós-reforma da Previdência, investir na segurança pública, criar o ministério setorial, recuperar sua popularidade e fazê-lo - mais adiante - candidato à reeleição.

Por que não? Temer é filiado ao PMDB e pode bater chapa na convenção contra qualquer outro. Assim fala Zaratrusta. Assim pensa Moreira Franco. 

 

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SAÍDA DE HUCK FAVORECE A QUEM? MARINA, ALCKMIN, ALVARO E NOME DESCONHECIDO

O artigo de Luciano Huck na Folha de S.Paulo de hoje foi peremptório: não mais admite falar da hipótese de disputar a Presidência. Portanto, não mais se deve inclui-lo nas conjecturas eleitorais.

Entretanto, é possível medir quais pré-candidatos mais se beneficiarão com essa atitude.

Para começar, os que flertam com o centro. Aí estão, pela ordem dos índices de intenção de votos, Marina Silva (aproximadamente 15% na média das pesquisas), Gerado Alckmin (8%) e Álvaro Dias (4%):

Em tese. é claro. Como em tese não mais se perfila a candidatura Lula e se aposta no descenso gradual de Jair Bolsonaro pelas extremas  esquerda e direita. Ou seja, a verdade da eleição estará no centro.

Da mesma forma, o campo das hipóteses admite a entrada de mais um pré-candidato: um nome hoje desconhecido, centrista também mas de vida pública impecável aos olhos do eleitor e que represente  o novo" (sem ser necessariamente o "jovem) e  não político tradicional  (sem ser necessariamente um não filiado, porque a legislação não permite). 

Afinal, as pesquisas demonstram que 75% do eleitorado estariam dispostos a votar em nome que não esteja entre os atuais candidatos. 

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ÁLVARO MAIS CONFIANTE QUE AGORA DECOLA PARA PRESIDÊNCIA

O senador Alvaro Dias, candidato do Podemos à Presidência da República, passou a revelar mais entusiasmo com suas possibilidades na disputa eleitoral.Tudo acontece após a matéria publicada neste fim de semana numa revista nacional que segundo ele exibe exatamente os fundamentos de sua crença na vitória. Álvaro desfruta de 2O milhões de acessos semanais no Facebook, mas a imprensa escrita ainda não lhe havia atribuído crédito no êxito eleitoral,segundo sua análise.

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CALMA, CARIOCAS, BRAGA NÃO VAI DESCER COM OS TANQUES DA VILA MILITAR

Pululam nas redes sociais expressões "intervenção militar" do Rio.  Não temai, entretanto, cariocas. O general  Braga Neto conta 6O anos e quando sentou praça como aspirante da Academia de Agulhas Negras , em 1975, o presidente era o general Ernesto  Geisel, já na curva descendente do regime militar.  Braga Neto nasceu em 1957,em plena aurira do governo JK. Só na Escola de Comando e  Estado-Maior do Exército deve ter estudado conceitos teóricos sobre a a guerra de guerrilhas influenciadas pela bipolarização  mundo livre-mundo comunista e a guerra fria. Nunca conspirou, creio, e foi nos livros que  soube do general Mourão Filho, que desceu de Minas (Braga  também é  mineiro) para estacionar os tanques de guerra no Estádio do Maracanã e dar cobertura aos golpistas de 64.

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CANETA DE TEMER PODERÁ AGORA ALCANÇAR BATTISTI PARA EXTRADIÇÃO

Diante das manobras dos advogados de Cesare Battisti para impedir que o presidente Michel Temer determine a sua extradição para a Itália, conforme determinada pelo Supremo Tribunal Federal, em julgamento plenário, o advogado Nabor Bulhões,representante da República Italiana, entrou na última sexta-feira à noite com uma reclamação para que a decisão seja imediatamente cumprida.

Bulhões requer "liminarmente e no mérito ordem para obstar eventual extradição" de Battisti.

O advogado defendeu o governo italiano durante o julgamento que determinou a extradição, impedida pelo então presidente Lula em seu último dia de governo (31/12/2O10) graças a um arranjo jurídico providenciado pelo ministro da Justiça Tarso Genro, dando a Battisti a condição de refugiado.

Bulhões volta agora para requerer ao STF a execução da decisão plenária, "passível de ser levada a efeito pela autoridade coatora pelo Exmo. Sr. Presidente da República".

Battisti, no ano passado, denotando apreensão de que sua condição no Brasil estaria para mudar com o Governo Temer, foi preso na fronteira com a Bolívia por suposta tentativa de fuga do Brasil. Segundo um site de notícias:

"No flagra. Nessa quarta-feira (4/1)/2017), a Polícia Federal (PF) prendeu o ativista acusado de terrorismo na Itália, Cesare Battisti, ao tentar fugir para a Bolívia. O acusado foi detido na cidade de Corumbá (MS), onde prestou depoimentos à PF e passou a noite.

Junto com ele, os agentes encontraram cerca de R$ 23 mil, que não foram declarados à Receita Federal. Viajar com mais de R$ 10 mil não declarados ao governo é crime. Ele estava em um táxi boliviano com outros dois passageiros."

Apesar dessas evidências, a precária permanência de Batisti no Brasil é mantida através de liminares e habeas corpus obtidos por seus advogados.

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MEIRELLES, A GRANDE VÍTIMA DA INTERVENÇÃO NO RIO

Foi sintomático que o ministro Henrique Meirelles, campeão da Reforma da Previdência, não estivesse à vistas em nenhum momento da decisão do governo Temer de intervir na segurança do Rio.

Uma vez que essa  decisão põe por terra a reforma que vinha sendo sua obsessão e motor de uma candidatura presidencial natimorta, Meirelles foi catapultado em duas frentes: na economia que pretendia fazer nas contas do Tesouro e na disputa pelo Palácio. 

Temer agiu com extrema sagacidade para criar um fato político que servisse de cortina de fumaça para um enterro digno da reforma, nem que isto atingisse Meirelles de chofre.  

"Noblesse oblige", dizem os franceses.  Razões de Estado, diria Maquiavel.

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ATRIBUI-SE A EGO DE MAIA TENTATIVA DE BOICOTAR DECRETO DE TEMER

Na avaliação de um analista, que bem conhece os egos inflados na Esplanada, o deputado Rodrigo Maia comeu mosca nesse episódio da intervenção na segurança do Rio de Janeiro.  Ameaçou melar a decisão só porque não foi consultado. A análise é de que ele colocou sua vaidade acima dos interesses de seu estado. E continuou com o azedume ao proclamar aos quatro ventos que não vai ter votação da Previdência. Concluiu: o ego está mesmo muito ferido.

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"ELES VÃO TER QUE ME ENGOLIR"

(Do presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, que em pleno sábado de carnaval soltou um longo desabafo em mensagem enviada no grupo de WhatsApp que ele divide com 22 superintendentes do Banco, e reclamando que aquele era o quarto post que enviava tendo o silêncio absoluto como resposta de seus subordinados, queixando-se ainda que ordens não são cumpridas, e concluindo que apesar disto "eles vão ter que me engolir", segundo o colunista Lauro Jardim, de O Globo)

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QUEM ROMERO INDICAR PARA CANDIDATO DO PMDB O SERÁ, ATÉ TEMER

Somente o senador Romero Jucá, líder do PMDB no Senado, faria o presidente Michel Temer largar esposa e filhos numa segunda-feira de carnaval para ir a Roraima a uma reunião com a governadora Sueli Campos sobre o árido tema da invasão de venezuelanos. Quem o todo-poderoso líder  que apagou a influência de Renan Calheiros no Senado indicar a Temer par ser candidato próprio do partido à Presidência da República este o  será, ate mesmo Temer. Ou outo nome do PMDB, que conservar na\o bolso do colete. Manda muito, mais que qualquer ministro.

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HULK SEM PROGRAMA SERÁ APENAS LUCIANO

O programa de Luciano Hulk neste sábado de Carnaval esteve carregado de emoção, popular e socialmente épico. Porém, um alerta ao jovem que FHC quer candidato a presidente da República: manterá ele o mesmo pique de comunicação com as massas se perder o programa, por conta de sua necessária desvinculação da TV, condição imposta pela própria emissora?

Despido do palco das tardes de sábado, onde é o rei da lata velha e da casa nova, Hulk será apenas o Luciano, igualando-se aos demais. 

Para um povo que deseja sempre mais nas categorias pão e circo a memória do jovem carismático entregando felicidade uma vez por semana se perderá nos desvãos de uma campanha magra de recursos.

Tal raciocínio deve estar atordoando as noites de Hulk, antes de tomar a decisão de se filiar ao  PPS ou DEM para disputar o tosão dourado da Presidência, que na verdade é o portal de falsa felicidade.

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CACIQUES PARAIBANOS SE REÚNEM NA TABA PARA FLECHAR COUTINHO

O que seria improvável se imaginar na política da Paraíba, uma aliança entre inimigos históricos, o PSDB  e o PMDB -está prestes a acontecer através da união entre os dois maiores caciques do Estado, os senadores Cássio Cunha Lime (PSDB) e José Maranhão (PMDB). tudo para impedir a reeleição  do governador Ricardo Coutinho (PSB). Se conseguirão, é motivo de outra conversa na taba.

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CURSO DE COMO DESTRUIR UMA EMPRESA. PROFESSOR, GUILHERME CAMPOS

O atual presidente Correios Guilherme Campos deve ganhar um título de professor na disciplina de como destruir uma empresa, suas ações dentro da empresa no período de 2016 e 2017 conseguiram praticamente inviabilizar os Correios. Vejamos os números alcançados por sua gestão (analise de números contábeis até novembro/2017)

1) Os Correios de um Patrimônio líquido (PL) de R$ 3,179 bilhões em novembro/2015, passou para R$ 238,8 milhões em novembro de 2017, redução de 92,49% em apenas dois anos.

2) Déficit contábil acumulado (Receita – despesa) de R$ 1,715 bilhões em novembro de 2015 para R$ 2,03 bilhões em novembro de 2017, aumento de 18,41%.

3) Aumento de indenizações para clientes com atraso/extravio de objetos postados saltou de R$ 128,09 milhões (acum. Nov/2015) para R$ 206,2 milhões (acum nov de 2015), um aumento de 59,97% em, apenas 2 anos.

4) Com a reposição tarifaria autorizada pelo Governo Federal, as receitas no segmento de mensagens saltaram de R$ 7 bilhões (acum nov/2015) para R$ 7,2 bilhões (acum nov/2017), um aumento de receita de 2,3%. Apesar de ser utilizado por Guilherme Campos como fator estrutural para justificar a crise dos Correios, a verdade é que o monopólio postal ainda garante mais de 50% da receita operacional da empresa e, não teve queda acentuada em comparação a 2015, em que pese toda a recessão porque passa o país. A queda registra no comparativo em relação a 2016, foi de apenas 4,58%., muito inferior a todas as justificativas apresentadas por Guilherme Campos para seu fracasso como Gestor.

5) No tocante ao segmento de encomendas, em que pese todas as ações desastradas realizadas por Guilherme Campos como decretação do fim da marca do e-sedex (impactos negativos no segmento de encomendas provocou acirramento dos concorrentes para apresentação de produtos substitutos) e desestruturação da área comercial da empresa com o fim dos gerentes de contas de grandes clientes (não houve redução de custos praticamente nenhuma, já que a grande maioria dos empregados já tinham incorporado as ratificações na justiça), o boom do e-commerce no Brasil garantiu aos Correios o aumento de sua receita de R$ 5,9 bilhões (acum nov/2015) para R$ 7 bilhões (nov/2017), aumento de 18% no período.

Destaca-se entretendo, que os Correios perderam no período percentual de participação no mercado para outros concorrentes, principalmente em função da perda de qualidade do serviço decorrente de falta de pessoal e de problemas em relação a falta de RPN (Rede Postal Noturna) entre as regiões do Nordeste e região Norte.

6) No segmento financeiro, a desastrosa ação de Guilherme Campos com o distrato do serviço do Banco Postal com o Banco do Brasil e a realização de uma licitação fracassada, obrigando os Correios a celebrarem com o BB um novo contrato com modelo de remuneração desvantajoso para os Correios, fez cair um receita de R$ 1,19 bilhões (acum até nov/2016) para R$ 250,19 milhões (acum até nov/2017), ou seja, uma queda de quase um bilhão de reais (79,12%) sem que tenha ocorrido praticamente nenhuma redução no custo de operação das agências dos Correios).

7) Por outro lado, a mudança implementada por Guilherme Campos no modelo de remuneração das agências franqueadas, fez a despesa dos Correios saltarem de R$ 960,9 milhões (acum nov/2015) para R$ 1,284 bilhões (acum nov/2017), um aumento de 33,71%, ou seja, muito inferior ao próprio aumento das receitas de postagens que foi de 2,3% nas mensagens (cartas) e 18% nas encomendas no mesmo período.

8) A realização de PDV (programa de Demissão voluntária) representou para os Correios sem nenhum planejamento e sem avaliação dos impactos operacionais provocou uma despesa contábil em 2017 do valor de R$ 1,247 bilhões, praticamente torrando quase todo o valor do Patrimônio liquido da empresa (PL), praticamente deixando os Correios numa situação muito vulneral de dependência com a União, além de ter provocado a falta de pessoal e perda da qualidade do serviço, fato totalmente comprovado pelo aumento do valores referentes a indenização e perda de mercado dos Correios para empresas concorrentes.

9) A redução do valor de provisionamento de saúde pós-emprego reduziu de R$ 836 milhoes (nov/2015) para R$ 576 milhões (nov/2017) em decorrência exclusivamente da queda da taxa de juros no pais e de seus impactos no cálculo atuarial, ou seja, fato decorrente independente de ações de Guilherme Campos.

10) Destaca-se ainda, que os atrasos de cargas ocorridas no final do ano de 2017, foram decorrentes principalmente da ação desastrada de um PDV não planejado e ainda da suspensão de férias dos empregados ocorrida no início do ano de 2017, quando a empresa optou por atrasar as férias já programadas pelos empregados no período do primeiro trimestre de 2017 (época de baixa volume de postagens por causa de sazonalidade do mercado) para o final do ano de 2017 (época de aumento de postagens, e que a empresa sempre realizou a chamada POFA – Período de Operação de Final de Ano com aumento do número de empregado).

Por fim, Guilherme Campos faz de tudo para liquidar os Correios em sua Gestão, mas garantindo recursos para sua campanha de deputado, conforme as denúncias publicadas em relação ao caso Nexera, Accenture e cabides de emprego na Postal Saúde.

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SEGURANÇA SERÁ GRANDE ELEITOR, NÃO ECONOMIA

O Brasil esta apavorado com a falta de segurança. Uma pacata cidade do interior do Nordeste, do Rio Grande do Sul ou de Mato Grosso ouve  em suas tardes tranquilas o espoucar de granadas ou de explosivos detonando as agências bancárias. As fugas de bandidos repetem o pior da turma do dólar furado, com cerrados tiroteios, quando não reféns atados nos carros.  Os comandos não se fazem de rogados e de dentro das penitenciárias comandam o tráfico. Para drogas e armas, as favelas são cidadelas inexpugnáveis e os aeroportos, veias abertas.

Sobem as taxa de criminalidade no país, e o governo, perplexo, parece contemplar, de Brasília, algo que já não mais administra. O crime exalta, a violência exulta. 

A eleição presidencial de 2018, diante desse quadro lamentável, que ocupa grande parte dos telejornais diários, em meio ao zunido das balas, encaminha-se para levar ao Palácio do Planalto um xerife vingador, mais que um economista salvador.

Não por acaso, o pré-candidato Jair Bolsonaro afirmou em São Paulo que não entende de economia e não gosta de economia. Será o xerife do Brasil? Pode ser outro xerife, até mesmo um desamado, mas que resolva. 

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ESNOBADO POR CARDEAL TUCANO, ARTHUR NÃO SE SENTA NA MESA DOS VINHOS

Ao procurar Luciano Hulk para um entendimento hoje, e assim criando para o PSDB uma via alternativa a Geraldo Alckmin, Fernando Henrique Cardoso está cavando uma grota funda por enterrar de vez o partido. Ao esnobar Arthur Virgílio, que disputará as prévias com Alckmin, FHC confirma que é cardeal tucano que jamais permitiu que Virgílio subisse à categoria dos notáveis da grande mesa do restaurante Maximo, onde degustam vinhos franceses caríssimos.

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GENERAL SE INSCREVE PARA DISPUTAR BURITI E SE FILIA A PARTIDO

Do Notibras

O Partido Republicano Progressista – PRP, já tem um pré-candidato ao Palácio do Buriti. É o general Paulo Chagas. O acordo foi selado nesta quarta-feira, 7, em Brasília, em reunião de Paulo Chagas com o presidente nacional da legenda, Ovasco Resende, e Adalberto Monteiro, dirigente regional. A ordem é colocar ordem na casa (no governo de Brasília), com a garantia de um novo tempo de governança na Capital do país.

Com essa decisão antecipada, os partidos alinhados com as ideias propostas pelo grupo terão mais tempo para promover suas organizações internas e nominatas. Ovasco afirmou que “precisamos implantar no Brasil uma nova era, uma prática política transparente e honesta. E o general Paulo Chagas representa, como cidadão, a essência do pensamento dos blocos que não estão envolvidos com escândalos e corrupção.”

Por sua vez, Paulo Chagas toma como missão implantar um método eficaz de governança, distribuindo metas aos seus comandados nas principais áreas hoje abandonadas pelo GDF como Saúde, Segurança, Educação, Moradia, Mobilidade Urbana, Desburocratização, Desenvolvimento e outras.


Oficial da Cavalaria do Exército, sua biografia é robusta e sua competência em todas as missões que recebeu ao longo da carreira é exemplar, afirmam seus correligionários. Observadores acreditam que Paulo Chagas será o único nome capaz de reunir os partidos fichas-limpas, exigência que faz, para marchar ao Buriti.

Cerca de dez agremiações partidárias aguardavam sua definição. “Minha candidatura não é militar, mas de um cidadão cuja profissão é ser militar”.

Com essa afirmativa Paulo Chagas pretende deixar claro que suas ideias são pelo fortalecimento da iniciativa privada e a dedicação do GDF aos serviços de exclusiva competência do Estado.

“O Distrito Federal tem urgência em gerar emprego e renda. Quem conhece os mecanismos e tem legitimidade para promover o desenvolvimento são os empresários. O Estado tem dificultado a vida dos setores produtivos com o excesso de burocracia, com o famoso criar dificuldades para vender facilidades, além de conchavos nada republicanos, que foi a prática das últimas décadas”, afirmou o pré-candidato a Notibras.

Considerado firme em suas decisões, Paulo Chagas é visto como um militar equilibrado na análise de cenários e ponderado quando o assunto tange o intervencionismo militar: “Esse é um discurso de quem prega a desobediência civil, de quem não tem compromisso com o Brasil. Além disso, em uma democracia, todos têm o direito de competir. É a regra constitucional. Médicos, engenheiros, empresários, jornalistas, donas de casa, torneiros mecânicos, podem disputar as eleições. Militares também podem assumir o poder pelo voto”, enfatizou

Fazem parte das trincheiras do PRP os comentaristas Jorge Kajuru e José Luiz Datena. A coordenação da pré-campanha do general Paulo Chagas informa que dentro de alguns dias haverá uma solenidade para lançamento de sua pré-candidatura. Entre os hobbies do general, estão o hipismo e o motociclismo. Leitor e escritor voraz, tem seus pensamentos revelados em artigos publicados nas redes sociais. Se os demais pré-candidatos ao Buriti ainda estão examinando suas parcerias, pelo menos a sociedade sabe que agora, definitivamente, haverá um general para chamar de seu.

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CANDIDATOS REAIS SÓ EM ABRIL, APÓS PASSAREM POR FUNIL

Tudo agora são flores de verão, os fatos políticos surgidos no recesso do Congresso e das atividades partidárias no País, surgidas do nada para o nada. Somente para alimentar as páginas dos jornais, revistas e blogs, que têm de noticiar alguma coisa, dá-tanto espaço ao lançamento de candidaturas presidenciais.  

Todos os dias aparecem novos pré-candidatos e seus respectivos patronos. O fato da hora foi o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso aparentemente abandonou Geraldo Alckmin e se lança nos braços de Luciano Hulk, que vinha dizendo não querer disputar. O ex-presidente Fernando Collor entrou na disputa. O ministro Henrique Meirelles da sinais que está definhando. O deputado Rodrigo Maia anuncia que sairá em caravana pelo País ao lado do prefeito de Salvador ACM Neto para fundamentar sua postulação ao Planalto.

Além deles ,o atual presidente do BNDES, João Rabello de Castro, reitera sua pretensão de concorrer, enquanto o empresário Flavio Rocha - que já foi em passado remoto candidato à Presidência pelo então PL - está entra-não-entra. Outros nomes novos surgem.

Porém, somente em abril, quando o panorama se aclarará com as desincompatibilizações dos ministros que disputarão cargos eletivos, e quando as pesquisas revelarem a verdadeira possibilidade da popularidade do presidente Michel Temer melhorar, é que as pré-candidaturas passarão pelo funil. 

 

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ATÉ JK PECOU QUANDO CEDEU À BAIXA POLITICA, NÃO CONSTRUINDO METRÔ

O desastre na estrutura do Eixão em Brasilia faz recordar uma história digna do caráter político brasileiro: frascário e regido pelo medo da língua do povo.

Com JK, o fundador, mesmo sendo de estirpe pessoal rara, acima do vulgar dos projetos humanos, visionário e nefelibata, ocorreu um lance torpe de baixa política.

O jornalista Carlos Chagas, na sua fase da TV Manchete, certa vez entrevistou JK na sua fazenda nas cercanias de Brasilia.

Os temas políticos nacionais finalmente cederam espaço ao tema preferido de Juscelino - sua amada Brasilia.

Chagas, portador da capital, e como cidadão que se deslocava diariamente para o trabalho dirigindo seu carrinho esporte, sentia falta de um metrô moderno ligando todos os quadrantes da capital, e não esse que nós temos até hoje, simulacro de trem envergonhado, que falha e tarda
Então sacou em direção ao ex-presidente a pergunta:

-"Presidente, por que numa cidade construída em terreno plano, com plano urbanístico totalmente planejado, o Sr. não teve a lembrança de abrir um metrô que ligasse toda a cidade? Teria sido fácil e barato naquela época. Hoje, Brasilia não estaria padecendo do estreitamento das vias urbanas com a quantidade de carros nas ruas (inclusive o dele, um Karmann Ghia).

JK, sem pensar muito, respondeu pelo lado pequeno da política, o medo da vaia, da denúncia, da condenação.

- "Chagas, vou lhe dizer a razão. se e tivesse construído o metrô, a UDN, que acolhia meus adversários políticos na famosa Banda de Música, teria me acusado no primeiro buraco que abrisse: "Juscelino está enterrando o dinheiro do povo".

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